• Nome: Mensagem: E-mail:
    Wilton (Wiltondiasoliveira@gmail.com)  19/01/2016  16:46
    Sinto uma grande alegria quando relembro cada momento vivido no XX Acamps, que pra mim foi o melhor, rsrsrs... Fiquem com Deus e a interseção da Santíssima Mãe! Senhor, obrigado pela vida de cada irmão que se dispõe ao trabalho do Acamps!
    Erasmo Gomes Brasil (erasmogbrasil@hotmail.com)  01/12/2015  15:57
    que Nsa Sra Aparecida continue intercedendo por todos voces que a inspiração do espirito santo lhes de coragem e alegria para esse serviços que foram chamados é sempre um prazer encontrar voces, eu e a minha esposa Marlene Brasil agradecemos as oportunidades de poder trabalhar pelo reino de Deus, contem sempre com a gente, um grande abraço e paz e bem!
    Mariangela Lopes (malomary2005@gmail.com)  16/06/2015  14:24
    Boa tarde!!! Saudades da Galera XX ACAMPS (beijão para todas as tribos, mas em especial a Tribo de Levi)!!
    Juliana Diniz da Costa (juliana.diniz.92@gmail.com)  06/05/2015  12:12
    Oi campistas do XXIV Acamps!!!! Nesses 4 dias que passamos juntos, refleti sobre vários aspectos da minha vida e como lido com os meus "irmãos" aqui fora...Nós não estamos sozinhos, além de Deus que nos ama verdadeiramente, nossa família e amigos vieram para fazer a nossa jornada mais fácil e feliz... Guardo todos no meu coração!!!! Saudades da minha tribo de Benjamin e de tudo que partilhamos!!!!
    VANDOIR MARQUES DE ABREU (vandoirmarques_@msn.com)  22/04/2015  11:05
    Oi irmãos!...Hoje é meu quinto dia de acamps, porém, agora do lado de fora da fazenda, mas não longe das sambras das asas protetora de Deus Pai. Vocês estão hoje e estarão sempre em minhas orações. Que Deus e Nossa Mãe Maria Santíssima os abençoe hoje e sempre. Amém! DEUS DIZ: EU, PORÉM, PROVAREI OS ELEITOS PARA QUE O AMOR E A SANTIDADE FLORESÇAM EM VOSSOS CORAÇÕES. POIS, SE NÃO TIVER AMOR, NADA HÁ. O QUE SANTIFICA O HOMEM É O AMOR.
    TARCIANO CASSIO (tarcianocassio@gmail.com)  14/04/2015  11:43
    Oi galera do XXIII acamps, toda vez que bate a sdd venho aqui no site, quero ver as fotos do XXIII acamps de Carnaval, que afinal foi o melhor carnaval de minha vida. Obg a todos, a meus líderes, Nay e Bira, é nós Tribo Zabulon, abraçossss...
    carol (karolgroove@yahoo.com.br)  13/04/2015  18:05
    ops! errei...na empolgação falei XXIV Acamps, mas foi o XXIII... rs Sorry! na verdade, tenho certeza que todos foram e serão maravilhosos! fotos do XXIII Acamps... coloca aí! bjoooo
    Ana Carolina Brito (Carol) (karolgroove@yahoo.com.br)  13/04/2015  17:56
    Saudades do XXIV Acamps!! foi maravilhoso!! Saudade da minha tribo Zabulom! Obrigada Nay e Bira!! =** "...somos um só coração! Somos tribo Zabulom!" =D Coloquem as fotos do XXIV Acamps, please! Um bjo à todos da Equipe organizadora! Deus abençoe SEMPRE!!
    Carolina Batista (carol.buba@yahoo.com.br)  23/02/2015  21:46
    XXIII ACAMPS 2015 foi a melhor coisa que eu já poderia ter feito do meu carnaval!!! Foi um imenso prazer e honra fazer parte desse convívio e de poder conhecer pessoas tão maravilhosas!! PS: Le-vi é bom vai-vai!! Kkkkkkkkk
    Carol Barcelos (moraisinha@hotmail.com )  18/02/2015  17:24
    Participei do Acamps e foi o melhor acontecimento da minha vida!!! Ps: Judá é a melhor! !rs
    Rafael Goulart (rafaelgoulartsantos@hotmail.com)  18/02/2015  16:21
    23 Acamps Top de linha! Só benção! #judaeamelhor
    Agta Cichecki (agtaingrid@gmail.com)  18/02/2015  16:19
    Olha só quem chegou primeiro!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Nossa tribo é: Coooooooooooooda kkkkkkk Brincadeiras a parte, foi maravilhoso passar esses dias com vcs.... a saudade bateu no momento que entrei no ônibus pra ir embora.... e foi muito, muito muito bom começar o quinto dia, pena que é aqui fora!!!!!!!!! Beijosssssssss pra todos os envolvidos em especial para Codo e Poly e um super, ultra mega, maseter pro Brauna!!!!!
    Marcus Vinícius (markusgomes94@gmail.com)  18/02/2015  16:17
    Acamps XXIII 2015... O melhor, vai deixar saudades. #Judáeamelhor
    Lucas Farias (lucas.fariasbsi@hotmail.com)  18/02/2015  16:16
    Foi uma grande honra participar desse acampamento, sensacional, em todos os quesitos.... união, alegria, desafios... muito bom.... espero ansiosamente pelo 2°
    jhonatan Reinaldo (jhonatan.oliveira@mec.gov.br)  25/09/2014  11:03
    Acamps \0/
    Leticia Martins (leticiamartins17@hotmail.com)  21/07/2014  14:38
    Registrando minha visita... participei do Acamps theotokos- Pa, e foi a melhor experiência da minha vida...
    Mariangela Lopes da Silva (malomary2005@gmail.com)  11/07/2014  23:45
    Só passei para deixar um beijo grande a todos! Muitas saudades! Fiz o ACAMPS DE 2013 e agradeço a todos vocês, pois amo cada dia mais por ser Católica! Abração a todos e felicidades!
    Mariangela Lopes da Silva (malomary2005@gmail.com)  11/07/2014  23:45
    Só passei para deixar um beijo grande a todos! Muitas saudades! Fiz o ACAMPS DE 2013 e agradeço a todos vocês, pois amo cada dia mais por ser Católica! Abração a todos e felicidades!
    Diego Casrilevitz (diego@wgcn.com.br)  05/05/2014  16:51
    Deixando registrada a minha visita! Obrigado a todos que trabalharam no 22 acamps!!
    Ana Paula Trindade Diniz (trindadediniz@hotmail.com)  25/01/2014  09:48
    Meu filho Gabriel Trindade está participando pela primeira vez do acamp's, tenho certeza que será uma experiencia do céu. Aproveito para agradecer a todos que se empenham neste processo de evangelização do jovem e estou intercendo do meu santuario-lar pelo encontro e por todos os que estão conduzindo. Que Deus os abençõe abundantemente, Ana Paula trindade
    PADRECO (peemersondf@gmail.com)  20/01/2014  10:21
    Parabéns pelo site! Que este novo acampamento venha com força total!!! Deus abençoe essa linda missão!
    Mariangela Lopes (malomary20052gmail.com)  17/01/2014  11:31
    O Acamps é muito bom e o site ficou lindo demais!!!! Feliz Ano Novo a todos e parabéns pelo novo portal!
    Lylica (lylicasantos@gmail.com)  14/01/2014  18:47
    Que legal o site esta ficando lindo!! Parabénssss
    Ricardo Coda (Ricardocoda@gmail.com)  12/01/2014  15:55
    Novo livro de visitas
  • XXV Acampamento de Carnaval

    XXV acampamento Nossa Senhora Aparecida que aconteceu de 06 a 09 de Fevereiro de 2016

    XXIV Acampamento

    XXIV acampamento Nossa Senhora Aparecida que aconteceu de 18 a 21 de Abril de 2015

    XXII Acampamento

    XXII acampamento Nossa Senhora Aparecida que aconteceu de 01 a 04 de Maio de 2014

    XXIII Acampamento

    XXIII acampamento Nossa Senhora Aparecida que aconteceu de 14 a 17 de Fevereiro de 2015

    XXI Acampamento

    XXI acampamento Nossa Senhora Aparecida aconteceu de 01 a 04 de março

    XX Acampamento de Carnaval

    XX acampamento Nossa Senhora Aparecida que aconteceu de 09 a 12 de fevereiro de 2013

  • Espiritualidade da Semana Santa
    Pe. José Luiz Majella Delgado - CSsR
    Cx. Postal 73 12570-970 – Aparecida - SP

    Celebrar a Semana Santa para os cristãos, é aprofundar as dimensões mais importantes da vida humana. É a ocasião privilegiada oferecida pela LITURGIA para a renovação de um COMPROMISSO com a vida, e com a fonte da vida, a única que tem força para superar a morte e os esmagamentos que pesa sobre o povo. A Semana Santa comemora a Paixão de Cristo, sua morte e ressurreição. O centro da Paixão de Cristo é a CRUZ, símbolo da fé e da redenção.

    Em que consiste a espiritualidade da Semana Santa

    Na sociedade atual a Semana Santa vem perdendo o clima religioso popular. Porém, sobrevivem manifestações de devoção centralizada na Paixão de Cristo. O povo venera Cristo como o "homem das dores", o nazareno sofredor e moribundo, com ele vive a sua agonia em quanto povo de oprimidos e deserdados. Por esta razão que é a Sexta feira Santa, não o Domingo da ressurreição, a festa cristã popular de maior importância na Semana Santa. A morte de Cristo é símbolo de todo o sofrimento, tanto do natural como do indevido. A identificação com o Crucificado leva o povo a plasmar em imagens, gestos, cantos e orações a sua espiritualidade pascal. O símbolo popular mais forte e comovedor da Semana Santa é a CRUZ. Eis a mística da CRUZ: "De mil maneiras somos OPRIMIDOS, mas não nos abatemos; com GRAVES PREOCUPAÇÕES, mas não nos desconcertamos; PERSEGUIDOS mas não abandonados; ABATIDOS ao CHÃO mas não nos aniquilamos. MORTOS e eis que vivemos; GASTIGADOS mas não mortos; TRISTES e eis que nos alegramos; POBRES, mas a muitos enriquecendo; NADA TENDO e tudo possuindo." ( 2Cor 4,8-9; 6,9) Para entendermos a espiritualidade da Semana Santa, centrada na Paixão de Jesus, convém fixarmos nos 3 pontos principais:
    1º Sacramental : que corresponde a celebração do Tríduo Pascal, segundo os livros litúrgicos, vivido pelas comunidades e paróquias;
    2º Dramatizações : são as representações dos acontecimentos históricos, como a procissão de ramos do Domingo da paixão do Senhor, o lava-pés da Quinta feira santa, a adoração da cruz, da Sexta-feira santa e o lucernário pascal, na madrugada do Domingo da ressurreição ou no entardecer deste mesmo dia. As 3 primeiras representações são as únicas dramatizações litúrgicas oficiais.
    3º Religiosidade popular : constituído por diversos atos piedosos e devocionais populares, baseados uns na agonia de Jesus, como a hora santa e o sermão das sete palavras; outros descrevem a paixão inteira do Senhor, como a via sacra, as representações teatrais e as procissões de semana santa.
    Essas devoções ajudam a professar a fé, a descobrir o sentido do pecado, a familiarizar-se com a cruz de Cristo, a encarar-se com as injustiças deste mundo. Tudo converge para o exemplo de Cristo e sua entrega como dom salvador. "Em Cristo, morto e ressuscitado, temos a esperança de que cada um de nós, de que nosso povo, esmagado por grandes sofrimentos, alcançaremos a libertação total ". Para muitos a Semana Santa se iguala a um "retiro". Param e querem pensar. Neste período muitos fortalecem a fé, o amor e a esperança. Pensa-se em Deus. Para outros é a oportunidade de responder : - Qual o sentido da vida? - Como explicar tanto sofrimento? - Onde buscar esperanças? No período da Semana Santa, refletindo sobre a Paixão de Cristo, fazemos nascer, cada dia, em nossos corações a luz e uma nova esperança que na grande vigília pascal brilhará para todo o mundo.

  • Tribos de Israel
    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

    No principio da história da nação israelita, o povo hebreu estava dividido em 12 tribos, as Tribos de Israel. A identidade das tribos e suas relações de parentesco estavam fundamentadas nos relatos contidos nos livros do Pentateuco.

    As 12 Tribos de Israel Rúben, Simeão, Levi, Judá, Zabulom, Issacar, Dã, Gade, Aser, Naftali, Benjamim, José Meia tribo de Manassés, Meia tribo de Efraim

    Origem das tribos

    O livro de Gênesis conta da descendência do patriarca Jacó, mais tarde batizado por Deus como Israel, e de suas duas mulheres e duas concubinas. Jacó teve ao todo 12 filhos, cujos nomes estão acima citados. Neste momento da narrativa, o cronista bíblico concentra-se no relato da história de José, de como ele foi separado de seus irmãos, como obteve importância política no Egito, e de como voltou a reunir sua família. A narração conta também que os 12 filhos de Jacó e suas famílias e criados obtiveram permissão para habitar a fértil região oriental do Delta do Nilo, onde teriam se multiplicado grandemente. Cada uma das 12 famílias teria mantido uma individualidade cultural, de forma que se identificassem entre si como tribos separadas. A narrativa ainda destaca que José teve 2 filhos, Manassés e Efraim, e seus descendentes seriam elevados ao status de tribos independentes, embora fossem sempre referidos como meias-tribos (encerrando um número fixo de 12 tribos). Ao final de Gênesis, Jacó, em sua velhice, abençoa a cada um de seus filhos, prenunciando o destino que aguardavam os seus descendentes no futuro. Em Êxodo, a Bíblia conta como Moisés, membro da tribo de Levi, e seu irmão Arão, lideraram os hebreus das 12 tribos em sua fuga do Egito. Durante a narrativa, as tribos são contadas, e seus líderes e representantes são nomeados, demonstrando um forte senso de individualidade entre as tribos e as meias-tribos de José. À tribo de Levi são designadas as tarefas sacerdotais e os direitos e deveres diferenciados que estas tarefas implicavam. As demais mantiveram-se com os mesmos direitos e obrigações, embora, através do número de membros, algumas tribos já pudessem gozar de alguma superioridade política.

    Hipóteses históricas

    Para judeus e cristãos, não há dúvidas da veracidade do relato bíblico, e há pouco o que se discutir sobre a origem das Tribos de Israel fora do contexto bíblico. No entanto, arqueólogos, historiadores e estudiosos da Bíblia argumentam sobre a origem das tribos. Os arqueólogos notam que não há vestígios concretos da passagem de um povo, estimado em mais de 600000 pessoas, por 40 anos pelo deserto entre o Egito e a Palestina, o que enfraqueceria toda a base histórica da narrativa do Êxodo. Porém, há teorias que sugerem que apenas algumas das tribos teriam realmente saído do Egito, e se fixado por alguns anos no entorno de Canaã, onde teriam encontrado outras tribos de origem hebraica autóctones da região. Sua afinidade lingüística e racial, em contraste com as diferenças encontradas nos vizinhos cananeus teria encorajado as tribos a agirem em regime de coexistência, e em algumas vezes, de cooperação, o que teria favorecido a conquista de Canaã (uma miríade de cidades-estado e pequenos reinos independentes) pelos hebreus. Assim, a narrativa de Gênesis e Êxodo teria uma base histórica, embora alguns pontos pudessem ter sido moldados para justificar com raízes familiares a união das 12 tribos. Neste caso, as tribos do Êxodo teriam sido aquelas de maior destaque na narrativa bíblica, ou seja, Judá, Levi, Simeão, Benjamim, e as meias-tribos de Efraim e Manassés.

    As tribos como unidades geográficas

    Moisés liderou as 12 tribos pelo deserto da Península do Sinai, e seu sucessor Josué tomou para si a tarefa de coordenar a tomada de Canaã. Para que ocorresse de forma ordenada, a terra de Canaã foi dividida entre cada uma das tribos e meias-tribos, que se encarregaram de conquistá-las, na maior parte dos casos sem o auxílio das demais. Uma das tribos, a de Levi, não recebeu uma porção territorial fixa, mas sim algumas cidades distribuídas por toda a Palestina. O território de algumas das tribos, como Simeão e Aser, correspondiam a áreas mais tarde dominadas por filisteus e fenícios, respectivamente. Após a narrativa da conquista de Canaã, os relatos acerca destas tribos se tornam confusos, e as suas referências geográficas são praticamente inexistentes, ou inconsistentes, dando a entender que essas tribos deixaram de existir geograficamente, e seu povo foi absorvido ou por povos estrangeiros, ou por outras tribos israelitas, ou por ambos, embora ainda fossem contados como parte das 12 tribos. A tribo de Dã é outro exemplo de mudança ao longo da Bíblia. Inicialmente, Dã é posicionada na metade sul da Palestina, em um pequeno território posteriormente conquistado pelos filisteus. Mas ao contrário de Simeão e Aser, o território de Dã continuou existindo, mas muito mais ao norte, ao redor da cidade de mesmo nome. Algumas interpretações colocam que Dã havia sido alocada desde o princípio em dois territórios disjuntos. A meia-tribo de Manassés ocupou um vasto território nos dois lados do Rio Jordão, do Mar Mediterrâneo até a Síria, próximo a Damasco. Efraim foi posicionada na região central, incluindo as importantes cidades de Siló, Gilgal e Betel, cuja importância remete às histórias dos Patriarcas. Benjamim recebeu um territótio pequeno ao sul de Efraim, porém incluindo cidades importantes, como Gibeá, Jericó e Jerusalém. Judá posicionou-se num vasto território montanhoso e fértil ao sul, entre o Mar Morto e o Mediterrâneo, tendo Hebrom e Belém como cidades mais importantes. As demais tribos receberam territórios pequenos, ou com pequena importância na narrativa bíblica subseqüente.

    Período monárquico - União política

    As tribos mantiveram certa estabilidade, independência e equilíbrio político durante o Período dos Juízes, visto que são relatados feitos notáveis de herdeiros da maior parte das tribos, sem particular destaque a nenhuma delas. Mas no final do século XI a.C., com o início do período monárquico e a coroação de Saul, as tribos se uniram pela primeira vez sob um único líder. Entretanto, apesar da identidade racial, lingüística e religiosa, e das histórias que as uniam desde a sua criação, aparentemente havia uma certa cisão entre a tribo de Judá e as demais, visto que o profeta Samuel refere-se algumas vezes a Israel e Judá como entidades independentes unidas apenas por um contexto histórico. O rei Saul pertencia à tribo de Benjamim, e adquiriu inicialmente a simpatia de todas as tribos, mas um movimento em Judá, liderado por Davi e apoiado pelos filisteus, terminou por vencer Saul. Davi foi coroado em Hebrom rei de Judá, enquanto o restante de Israel deveu lealdade ao filho de Saul, Isbosete. Houve uma guerra civil, com vitória de Davi. Ao poupar a Casa de Saul, Davi ganhou popularidade, e após vários feitos militares contra povos estrangeiros, viu as 12 tribos se unirem firmemente sob seu cetro. Seu filho, Salomão, manteve sua autoridade sobre toda a Palestina até sua morte. Apesar desta união política, a própria narrativa deste período faz transparecer as profundas diferenças políticas e mesmo culturais entre Judá (e ao final do reinado de Salomão, também de Benjamim, já que os reis de Judá reinaram em Jerusalém, cidade benjaminita) e as demais tribos. Uma diferença marcante na carga de impostos aplicados a Judá e às outras tribos, favorecendo a primeira, principalmente numa época de constante expansão territorial e grandes obras, foi o estopim para a desunião que se seguiu.

    Israel dividida

    Com a morte de Salomão, uma facção liderada por Jeroboão viu nesta uma oportunidade para resgatar Israel do poderio de Judá. A aclamação de Jeroboão significou a divisão indissolúvel entre Judá (e Benjamim) e as demais 10 tribos, uma vez que o filho de Salomão, Roboão, foi confirmado rei em Jerusalém. Formou-se assim os reinos de Judá, ao sul, com sede em Jerusalém, e Israel, ao norte, com capital em Samaria. Neste período, as tribos de Judá e Benjamim aparecem quase inteiramente fundidas entre si (ou seja, as referências a Benjamim desaparecem, embora seu território e suas cidades estivessem no coração do território de Judá), e o mesmo acontece com as outras 10 tribos do norte. Dentre as tribos do norte, ainda se observa traços de individualidade na meia-tribo de Manassés, mas de maneira geral não há mais distinção física ou cultural entre elas. A partir deste momento, as 12 Tribos de Israel passaram a ser uma alegoria, referindo-se ao seu estágio original de união em nome de Deus, representando o ideal do povo hebreu, especialmente no Novo Testamento, e não mais entidades políticas diversas. De qualquer modo é possível que o sistema de tribos tenha permanecido, mesmo que apenas a nível familiar devido à tradição de traçar genealogias, remetendo indivíduos aos filhos de Jacó.

    O destino das Tribos de Israel

    Um dos elementos que mais intrigam os estudiosos é o destino das Tribos de Israel, sobretudo as 10 tribos do norte, cuja referência cessa completamente após as invasões da Assíria

    As tribos perdidas

    As conquistas assírias no século VIII a.C. abriram caminho para a conquista do reino do norte de Israel. A queda de Samaria significou o fim do estado Israelita. Seu povo, ou aqueles que sobreviveram, foram deportados para a Assíria e redistribuídos por todo seu território. Neste momento, as 10 tribos do norte desapareceram por completo do relato bíblico. O mais provável é que qualquer traço de união tribal tenha desfalecido com a fragmentação das comunidades israelitas, e que os hebreus que sobreviveram ao processo tenham se unido a estrangeiros e abandonado suas tradições.

    A tribo remanescente: Judá e os judeus

    Apesar da queda de Jerusalém, menos de 2 séculos depois, os descendentes de Judá, ao serem levados ao exílio no reino da Babilônia, mantiveram fortes laços culturais entre si. É possível que tivessem mantido esta união graças às profecias do profeta Jeremias, que previu que o exílio duraria 70 anos, e que o povo seria libertado e mandado de volta a Jerusalém ao final deste período; a fé conjunta na realização da profecia teria mantido a tradição da tribo de Judá intacta, se não fortalecida. É no período de exílio que surge pela primeira vez de maneira consistente o termo judeu, se referindo a todos os membros da tribo de Judá. Passado o tempo previsto por Jeremias, Ciro, o Grande conquistou a Babilônia, e enviou os judeus de volta à Palestina, designando para eles a província de Yehud, de maneira geral, o mesmo território do antigo reino de Judá. Os judeus ali habitaram até o século II da Era Cristã. Sua religião passou a se chamar "judaísmo", a prática religiosa de Judá (distinta havia muito das práticas religiosas mais populares no Reino de Israel). Entre o fim do exílio babilônico e a diáspora, os judeus nutriram um forte senso de união e resistência a dominação estrangeira, tão forte que, mesmo após sua expulsão definitiva da Palestina pelos romanos, os judeus mantiveram laços entre as distantes comunidades formadas por toda Ásia, norte da África e Europa, verdadeiras redes através das quais sobreviveram suas tradições. Durante este período, o termo "judeu" significando um seguidor da religião judaica suplantou o significado tribal do termo, e muitos estrangeiros de origem não semítica se declaravam judeus. De toda forma, através dos judeus e do judaísmo, a tradição da tribo de Judá sobreviveu até os dias de hoje.

  • LISTA DE MATERIAL INDISPENSÁVEL DURANTE O ACAMPAMENTO

    - Protetor solar
    - Lanterna
    - Toalha
    - Talheres
    - Material de higiene pessoal
    - Copo ou caneca
    - Lençol e cobertor
    - Capa de chuva
    - Boné
    - Repelente
    - Botina ou tênis
    - Prato de plástico (não-descartável) ou alumínio
    - Colchonete ou saco de dormir (NÃO LEVAR COLCHÃO INFLÁVEL)
    - Roupa para 04 dias (roupas leves, camisetas, moletom, calça comprida e casaco)

  • MISSA DO ACAMPS

    Todo primeiro domingo do mês acontece a tão esperada MISSA DO ACAMPS, na missa todos podemos estar juntos na comunhão, venha fazer parte dessa grande festa aproveitando esse reencontro para saber como está o processo e a vida de cada um.
    Dia: Primeiro domingo do mês
    Local: Paróquia Santíssima Trindade
    End: EQNN 01/03 AE mod. A, Ceilândia Norte - CEP 72225-520
    Horário: sempre às 19:00
    Fone da Paróquia: (61) 3581-4133

    ADORAÇÃO AO SANTÍSSIMO SACRAMENTO

    Toda virada de 29 para dia 30 de cada mês acontece a ADORAÇÃO AO SANTÍSSIMO SACRAMENTO, na adoração todos podemos estar juntos com o santíssimo, venha a adoração e viva mais um momento único com Deus.
    Dia: de 29 para 30 de cada mês
    Local: L2 Sul 606 - Lotes 64/65 - Asa Sul
    Horário: sempre às 00:00
    Fone da Paróquia: (61) 3443-8909

  • E-mail: acampsdf@acampsdf.com.br ou coordenacao.acampsdf@gmail.com

    Telefones: (61) 8603-0000 Rodrigo Pg ou (61) 8481-6437 Karol

  • O Acampamento Juvenil Nossa Senhora Aparecida surgiu em 2001 a partir de uma inspiração do Pe. Jacinto Bergmann, então Subsecretário de Pastoral da CNBB e hoje Bispo Arcebispo de Pelotas, Rio Grande do Sul, que convidou duas jovens de Brasília para participar de um "encontro diferente" em Porto Alegre. Esse encontro seria o Acampamento Juvenil de Páscoa da Arquidiocese de Porto Alegre, Rio Grande do Sul.

    No ano seguinte, novamente estimulados pelo Pe. Jacinto, mais jovens foram a Porto Alegre participar do Acampamento e, logo após o retorno destes, foi montada a primeira Equipe de Acampamento em Brasília com 8 jovens. A pedido do Pe. Jacinto, que se tornara o diretor espiritual, a Obra do Acampamento em Brasília foi consagrada à Nossa Senhora Aparecida.

    Neste mesmo ano, o então Cardeal Arcebispo de Brasília, Dom José Freire Falcão, reconheceu o Acampamento Juvenil Nossa Senhora Aparecida como um trabalho juvenil da Arquidiocese de Brasília.

    No fim do ano de 2002, após mais alguns outros jovens terem ido participar do Acampamento no Sul, a Equipe já contava com 15 jovens. Com determinação ela começou a preparar o 1º Acampamento Juvenil da Arquidiocese de Brasília, que veio a acontecer na Semana Santa de 2003. Para este primeiro Acampamento vieram 5 jovens de Porto Alegre para dar o apoio na coordenação.

    Atualmente a Equipe conta com 46 integrantes além diretor espiritual, o Pe. José Emerson da Paróquia Santissíma Trindade da Ceilândia. José Carlos Dias Toffoli, reitor do seminário de Marília-SP e Dom Jacinto Bergmann, Arcebispo de Pelotas, como diretores espirituais virtuais

    A Equipe reune-se quinzenalmente para um momento de oração, formação, partilha e planejamento das atividades concernentes à Obra do Acampamento. O fruto de tudo isso são os Acampamentos que irão acontecer, proporcionando uma experiência existencial marvilhosa a tantos jovens das paróquias da grande Arquidiocese de Brasília.

  • 29/09/2016
    26ª Semana Comum - Quinta-feira 29/09/2016
    Jo 1,47-51
    Naquele tempo, Jesus viu Natanael que vinha para ele e comentou: “Aí vem um israelita de verdade, um homem sem falsidade”. Natanael perguntou: “De onde me conheces?” Jesus respondeu: “Antes que Filipe te chamasse, enquanto estavas debaixo da figueira, eu te vi”. Natanael respondeu: “Rabi, tu és o Filho de Deus, tu és o Rei de Israel”. Jesus disse: “Tu crês porque te disse: “Eu te vi debaixo da figueira? Coisas maiores que esta verás!” E Jesus continuou: “Em verdade, em verdade eu vos digo: Vereis o céu aberto e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do Homem”.
    Padre Roger Araújo Sacerdote da Comunidade Canção Nova, jornalista e colaborador do Portal Canção Nova.
    Sermos devotos dos arcanjos Miguel, Gabriel e Rafael é termos o coração em sintonia com a ação de Deus no meio de nós
    Celebramos, hoje, a festa dos arcanjos Miguel, Gabriel e Rafael. Celebramos essa presença admirável dos anjos no meio de nós. Fazemos referência àqueles três que ocupam o lugar principal na hierarquia angelical, e cada um desses arcanjos têm um lugar único e especial no coração de Deus. Anjos são mensageiros enviados por Deus para guardar o mundo em que vivemos. Sermos devotos deles é termos o coração em sintonia com a ação de Deus no meio de nós. São Miguel: ‘Quem como Deus?’. O grande protetor sobre as ciladas do maligno é aquele que tem a sabedoria para vencer a astúcia de satanás e o mal no meio de nós. Por isso, devemos nos voltar a São Miguel Arcanjo e pedir seu auxílio, seu consolo, para vencermos as tentações, para não sermos seduzidos pelo maligno e para não nos enganarmos pelas tentações do mal. São Gabriel: É o anjo comunicador de Deus, aquele que traz as grandes comunicações do Céu. Foi o arcanjo Gabriel quem visitou Zacarias e anunciou que ele seria o pai de João Batista, pois Isabel, sua esposa, mesmo estando em idade avançada, ficaria grávida. Foi o arcanjo Gabriel quem visitou Maria e anunciou que ela seria a Mãe do Salvador, que ela foi escolhida por Deus para trazer ao mundo a salvação da humanidade. Precisamos demais de São Gabriel Arcanjo, comunicando-nos a graça divina, a mensagem divina e fazendo de nós comunicadores do amor e da ternura de Deus, para que a boa comunicação aconteça em nossas relações. Muitas coisas se desencaminham na humanidade, na sociedade, na escola, na família, nos grupos onde estamos, por erros grandes e pequenos na comunicação. Que São Gabriel nos ajude a sermos bons comunicadores da graça de Deus! São Rafael: A cura, a medicina de Deus. Diante do mundo em que estamos, cercado de doenças e enfermidades, cercado de epidemias, pandemias, endemias e tantas outras situações que nos deixam preocupados, precisamos demais da intercessão de São Rafael, precisamos que ele interceda por nossos médicos, profissionais da saúde, pelos pesquisadores e aqueles que se aplicam em trazer melhores condições de saúde para toda a humanidade. Eu costumo pedir a São Rafael que traga a luz, que traga do Céu aquela ciência divina para tantas situações que a humanidade não consegue resolver. Fico pensando em tantas pessoas que sofrem devido ao câncer. É uma luta, um desafio para a medicina, porque são tantos casos diferentes uns dos outros! Não é simplesmente uma cura para o câncer, mas um caminho de cura para tantas situações que há na humanidade. Precisamos da intercessão de São Rafael pelos nossos doentes e para que a humanidade trilhe o verdadeiro caminho da saúde em Deus. Saúde por inteiro: do corpo, da alma e do espírito! Que os arcanjos Miguel, Gabriel e Rafael venham em nosso auxílio! Deus abençoe você.
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